Quem Somos

Norberto A. Kawakami

Associado ao grupo desde a sua fundação. Mestre em física pela UFMG. Iniciou-se no origami em sua infância, mas somente no ano de 2000 tomou essa atividade seriamente sendo autodidata. Autor do blog Origami – Transformando Papel em Arte, segue contribuindo na difusão do Origami no Brasil.


Ramon A. R. Secundino

Técnico em montagem e manutenção de computadores(autônomo). Atualmente trabalhando como monitor de oficina de ORIGAMI no Projeto Escola Integrada.
Por anos dobrou papel sem ter conhecimento do que era origami. Há pouco tempo que teve o primeiro contato com essa arte ao participar da formação de agentes culturais – Escola Aberta. Desde então segue o caminho de dobrador. Através do “Origami com chá” teve o 1º contato com o grupo, de onde obteve grandes avanços.


Patrícia Viotti

Enfermeira há 27 anos. Atualmente trabalha em Saúde Pública. Adora artesanato desde criança. O Origami entrou em sua vida no ano de 2000 quando comprou um livro. A princípio teve muita dificuldade em dobrar os modelos mas o seu desejo de sucesso foi mais forte. Participa do grupo desde a sua fundação.“Dobrar com amigos é bom demais!”


Ana Lydia R. C. Silva

Desde criança gosta de fazer artesanato, mas é professora universitária e atualmente aquela atividade fica apenas para as horas extras. Sempre adorou mexer com papel e sabia alguma coisa sobre origami através de livros e material da internet, mas somente quando conheceu o grupo em 2008 foi apresentada à sua nova paixão – Origami Tessellation – e esse caso de amor dura desde então! Tem aprendido muito com o grupo, não apenas sobre essa técnica, mas também sobre partilha e convivência!


Alex Ferrari


Carol Fenati


border: 1px solid black;Ana Maria Silva

É historiadora, professora e bibliotecária. Trabalha na Prefeitura de BH, atualmente na equipe técnica da Regional Venda Nova. Conheceu a arte das dobraduras durante um curso de formação há mais de 15 anos e a partir daí não parou mais. Participou de oficinas no Centro Cultural Lagoa do Nado, comprou livros e revistas e através da internet aprendeu a ler os diagramas, apesar de ainda não dominar como gostaria. Conheceu o Origami Beagá através do blog do Norberto e também através da Deinha, que estava no grupo e foi ao Centro Cultural Venda Nova para participar de uma de nossas oficinas. Claro que ela acabou mais ensinando que aprendendo.  O origami é uma arte fascinante, pois possibilita a criação de formas de rara delicadeza e beleza. O Robert Lang diz em seu site que  ”O origami moderno é uma arte única e escultural. Cada projeto deve ser individualmente dobrado e não há processo de produção em massa“. É isso! A beleza do processo criativo! Também vê o origami como uma forma de treinar a plena atenção, como diria o abade Daiju.


Camilla Bof

Licenciada em Química desde 2007 e que ama o que faz: lecionar. Desde sempre quis ser professora, não sabia de que, mas acabou descobrindo a ciência e se apaixonou. E apesar de trabalhar também na indústria, a sala de aula é o que a fascina. O origami apareceu em sua vida pela primeira vez em 1999, mas naquela época não estava preparada ainda. Não conseguia aprender o lírio de modo algum. Depois de 5 anos, em 2004, ganhou um livro e aí não parou mais. Até em sala de aula vivia dobrando e os professores já estavam acostumados. Para não conversar ficava dobrando e ao mesmo tempo prestando atenção na aula. Um dia, sua tia a chamou para participar de um curso de origami em 2009 onde conheceu a Ana Maria que lhe indicou o grupo. A partir daí se encantou completamente. O dia que conheceu as kusudamas se apaixonou. Participa do grupo pela arte compartilhada. Compartilhada no sentido de que todos gostam dessa arte e principalmente porque cada um compartilha com o outro o saber sobre essa arte. É fascinada com as diversas possibilidades de transformação: um simples pedaço de papel pode ser o que você quiser!

Cátia Aguiar

É pedagoga, atuando como professora regente do 4º ano. É contadora de histórias, poetisa, atriz e terapeuta naturista. O origami a ajudou em um momento de muita dificuldade e as crianças adoram! E como ainda tinha dificuldades, percebeu que precisa se aprimorar com quem saiba mais. A arte está em sua vida há muito tempo. Conheceu o grupo através da Ana Maria Silva, pois foi com ela que fez uma oficina origami. No inicio sentiu-se como um peixe fora d’água, pois via tantas coisas dobradas, lindas e a habilidade de todos. Mas depois, no evento Primavera dos Museus com o projeto Mil Flores se sentiu em casa.


Cláudia Amorim

Trabalha na Prefeitura Municipal de Belo Horizonte como Fiscal Integrada. Conheceu as dobraduras através de um rapaz que lhe ofereceu uma flor e, para puxar assunto, ensinou a dobrá-la. Apaixonou-se, não por ele que nunca mais viu, mas pela possibilidade de transformar papéis pelas dobras. Soube que a técnica chamava-se origami através de livrinhos da Ediouro. Naquela época não havia acesso livre à internet e nem aos livros importados. Tempos depois com o pé quebrado, já mais moderna, encontrou no mundo virtual, um grupo de origami no Orkut do qual faziam parte o Norberto, Alex, Alem-Mar, Robson, Sônia, Lucas e outros. Neste espaço o Norberto sugeriu a criação de um grupo em BH. O espaço virtual não era mais adequado às dobras, convidando o grupo ao convívio ao vivo e com muitas cores. E aqui estamos, cinco anos depois. O origami é, para ela, uma forma de meditação. Importa mais o desafio de conseguir dobrar um modelo que o próprio resultado. Dedica pouco tempo em função dos muitos afazeres de trabalho e de casa, mas cada minuto dedicado é prazeroso e recompensador. Estar com o Origami Beagá é um privilégio. Mais do que um lugar de troca de experiências de dobras, no Grupo existe um ambiente de parceria que não se pode dizer que seja ‘desinteressada’ mas onde há um interesse comum de bem estar.


Edna Ramos


Jayne Tayamiti


Kátia Prado


Kennya Luz

É professora de Arte. Sempre gostou muito de trabalhar com papel. Faz papel artesanal, papietagem e confecciona peças em papel machê. Mas o origami fascina, simplesmente por transmutar uma folha de papel apenas com dobras. Tomou contato com o origami em 1999, quando cursava Filosofia na Nova Acrópole e desde então dobra. Conheceu o grupo enquanto procurava informação sobre papéis específicos para origami. Encontrou o blog do Norberto Kawakami e fez o contato. A vontade de entrar para o grupo surgiu quando fez o curso de origami pela Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte.

Lucas Porto

Estudante universitário de Ciência da Computação na PUC. É apaixonado pela arte e com sua curiosidade, descobriu o origami. Uma arte que se adaptou perfeitamente em suas mãos, mas que só percebeu a sua grandeza quando passou a acessar a internet, descobrindo um grupo no Orkut com pessoas discutindo sobre a arte. Apesar de não ousar entrar nas conversas, observando de longe, ocasionalmente se deparou com um post de algumas pessoas organizando uma reunião em BH. Hoje essas pessoas fazem parte da família que é o Origami Beagá. Depois de participar dos encontros, percebeu o quanto os seus conhecimentos eram superficiais e decidiu transformar aquilo, que começou com apenas como uma brincadeira entre irmãos, em uma atividade mais ativa. Está sempre se atualizando, discutindo, pesquisando e é claro dobrando. Hoje, o origami é para ele como uma música é para um músico, como uma pintura é para um pintor… uma extensão de suas expressões. Uma maneira de mostrar ao mundo o que pode ser possível com uma simples folha de papel, sem cortes e nem cola, só com as dobras.


Luciana Belo

É líder técnica em Computação. Ama artesanato e arte em geral – gosto esse herdado da mãe. Dobrar faz sentir-se bem, desestressa e a faz esquecer os problemas do cotidiano. Conheceu o grupo quando procurava por papéis para origami em BH. Encontrou o site do grupo e quando viu as fotos, descobriu que havia encontros e logo quis participar. Apesar de estar sempre ocupada no sábado, arrumou um tempinho e foi a um dos encontros conhecê-los. Apaixonou-se com o grupo, pois os encontros são um conjunto de dobras, ensinamentos e amizade. Enfim, uma família.


Luciana Ornellas

É formada em Relações Públicas mas atualmente trabalha como consultora tributária. Gosta de origami pela arte em si, pela transformação do papel em vida! Conheceu o grupo através de Alex Ferrari e quis participar do grupo para aprender mais dobras, formas e principalmente pela convivência com pessoas que admiram a mesma arte. Participar do grupo é compartilhar bons momentos…


Maria José Borela

É psicóloga. A arte de origami entrou em sua vida de uma forma bem interessante, pois teve o seu primeiro contato  através de seu filho. Ele trouxe da escola um pássaro que descobriu depois que era chamado de tsuru. Foi amor à primeira vista. Ficou encantada pelo pássaro e por coincidência, na semana seguinte conheceu uma pessoa que a ensinou dobrá-lo. A partir daí, todas as oficinas de origami que tomou conhecimento, participou. Até que um dia foi a Feira Nacional de Artesanato onde conheceu a Regina Ribeiro que indicou o Grupo Origami Beagá. Entrou no grupo  quando ele estava completando um ano de existência. A partir de então, sempre que é possível está presente. Estar no grupo é sempre muito prazeroso, pois são pessoas que tem a mesma finalidade de aprender e trocar ideias sobre o que o origami proporciona. E ainda continua encantada pela essa arte de transformar um simples pedaço de papel em diversas figuras fantásticas.


Michelle Péret

Quando criança já era fascinada pelo mundo dos papeis. É pedagoga. Em 2003 começou um estudo com a prática do origami na educação e como terapia para crianças, desenvolvendo habilidades como concentração, criatividade, persistência, coordenação motora fina e noção espacial. Desde 2005, através do “Papechelle”, a arte encantada de transformar histórias e canções em dobraduras de papel, desenvolve projetos de origami para escolas, clínicas e professores. Faz parte do Origami Beagá desde 2010 e conheceu o grupo através do Encontro Nacional de Origami – ENO que aconteceu na cidade de Belo Horizonte em 2009. Participa do grupo pela oportunidade de aprender, ensinar, divulgar e conviver com pessoas que admiram a mesma arte. Seu maior encantamento com a arte do origami é o seu poder de transformação dando vida ao papel e também a disciplina mental que ela proporciona.


Priscila Pires


Renata Vieira

É professora de matemática da Rede Municipal de Belo Horizonte. Gosta de dobrar para se distrair, relaxar e porque se sente desafiada a conseguir dobrar modelos que gosta muito. Conheceu o Grupo Origami Beagá através da Camila, uma integrante do início do grupo, mas que hoje não participa mais. Ela estava na Feira do Papel no Mercado do Distrital do Cruzeiro e indicou o grupo. Participa do Origami Beagá desde maio de 2008.  Já dobrava origami antes, mas como queria muito dobrar a rosa Kawasaki, foi a um encontro e aprendeu a dobrá-la. Desde então, faz parte de uma turma muito querida. Adora a convivência, as trocas e os eventos. Gosta muito de participar de ATC e de criar uma maneira nova de usar o origami. No grupo sempre terá um origami novo para aprender e uma pessoa a conhecer. Tudo isto vai  nos permitindo crescer.

Sérgio Queiroz


Sônia Maria Rocha

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Vanda Albuquerque

Sua profissão é Assistente Social. Adora o origami porque gosta de ver a transformação mágica do papel em algo novo e inusitado. Conheceu o grupo através do Orkut e decidiu participar por causa da proposta de compartilhar as dobras e o aprendizado no origami. E principalmente para conviver entre amigos…
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